VINTE ANOS DE ESTATUTO DO IDOSO

O PAPEL DE O ESTADO DE S. PAULO NA PRESERVAÇÃO DA MEMÓRIA DA EFEMÉRIDE

Autores

  • Fernando Antonio Rodrigues Neves
  • Bárbara Heller

DOI:

https://doi.org/10.26729/et.v23i2.3572

Resumo

O presente artigo tem por objetivo analisar como o jornal O Estado de S. Paulo, nas versões impressa e digital, tratou em seu noticiário, entre outubro de 2003 e janeiro de 2019, o Estatuto do Idoso, que completou 20 anos em outubro de 2023. Trata-se de uma efeméride que, apesar de pouco lembrada pelo jornal, aciona, em suas reportagens, a memória coletiva (HALBWACHS, 1990) sobre a importância da conquista de brasileiros e brasileiras acima de 60 anos aos direitos fundamentais do idoso. A análise qualitativa centra-se nos estudos da memória e nos enunciados das matérias (títulos) e no seu grafismo, isto é, no posicionamento espacial (no jornal impresso); e no seu volume, ou seja, no número de caracteres que cada texto recebeu (na versão digital). Concluímos que apesar de poucas, as matérias publicadas nas duas versões de O Estado de S. Paulo, receberam destaque (impresso) e com elevado volume de caracteres (digital).

Biografia do Autor

  • Fernando Antonio Rodrigues Neves

    Pós-Graduação Lato Sensu em Comunicação Empresarial e Institucional pela Uninove (2008) e graduação em Jornalismo pela Universidade Metodista de São Paulo (1991).

  • Bárbara Heller

    Doutora em Teoria Literária pela Universidade Estadual de Campinas (1997). É pós-doutora em Comunicação pela Universidade Metodista (2011) e pela Escola de Comunicação e Artes da USP (2015). Mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo (1990) e graduada em Teoria Literária pela Universidade Estadual de Campinas (1982). Atualmente é docente e representante do Programa de Mestrado e Doutorado em Comunicação da Universidade Paulista -Unip nos fóruns da área.

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Publicado

2024-04-18

Edição

Seção

Artigos Seção Geral