POLUIÇÃO DAS ÁGUAS: VÍTIMAS E VERDADEIROS INIMIGOS. Considerações sobre os planos civil e penal, extra (arbitragem) e endoprocessual.

Autores

  • Christiano Jorge Santos
  • Caroline Marques Leal Jorge Santos

DOI:

https://doi.org/10.26729/et.v16i01.2515

Resumo

O presente trabalho busca contextualizar o direito ambiental no bojo da sociedade de risco, para nela abordar a problemática dos contaminantes emergentes e seus possíveis danos.

Parte-se do reconhecimento de uma premissa antropocentrista para analisar a poluição das águas sob o enfoque do homem enquanto consumidor tanto quanto vítima.

Sob esse pano de fundo, investiga-se a evolução do instituto da responsabilidade em suas duas vertentes: civil e penal, perscrutando uma possível intersecção das disciplinas com o escopo de garantir maior eficiência à tutela do meio ambiente.

Ainda sob o enfoque da eficiência, aventa-se a compatibilização dos métodos consensuais de solução de conflitos com o direito ambiental.

Por fim, em face do aprofundamentos dos problemas ecológicos, discute-se os desafios e consequências da adoção de uma perspectiva de antecipação dos riscos, que concretizada no princípio da precaução, tem-se firmado como uma função indispensável da reponsabilidade, seja ela civil ou penal.

Biografia do Autor

  • Christiano Jorge Santos

    Mestre e Doutor em Direito Penal pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUCSP, professor dos cursos de graduação e de pós-graduação da mesma instituição de ensino. Atual chefe do Departamento III (Direito Penal e Direito Processual Penal) da Faculdade de Direito da PUCSP. Líder de Grupo de pesquisa vinculado ao CNPq. Promotor de Justiça no Estado de São Paulo

  • Caroline Marques Leal Jorge Santos

    Mestranda em Direito Civil pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo - FDUSP, pesquisadora do Grupo de Estudos Aplicados ao Meio Ambiente - GEAMA/USP. Advogada

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Publicado

2018-02-09